Carmim...seu rosto
Jade...seus pés
Porcelana...suas mãos
Louça...seus seios
Quanto mais me aprofundo
No oriente da minha alma
Sinto o pulsar da bonequinha chinesa
A me espreitar nos caminhos de Xangai
Sou um mandarim
Na corte do Imperador
Um olho conversa com Lao Tsé
O outro cobiça a bonequinha chinesa
Até que nasce o dia
Um afago transpassa meu sonho
Acordo e vislumbro surpreso
A bonequinha chinesa no nascente da cama
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